Antes eu era um
Agora outro sou
Meu medo é ser nenhum
Quando você me olhou.
Espelho, que enigma!
Não fala da tua mente
Eu vivo sob o estigma
Entranha minha sente.
Antes eu era dor
Agora um pouco menos
Rimar com teu amor
Menor dos meus venenos…
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A imagem que acompanha esse poema foi gerada com ajuda de inteligência artificial.